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terça-feira, 1 de maio de 2012

Especial: Centenario do Titanic | Analise Completa

Na segunda semana de abril traz à nossa memória o centenário do afundamento no RMS Titanic, mas além de saber como aconteceu, devemos saber como era e o que era o Titanic. Conheça a história em detalhes.
Abaixo você verá o que era o Titanic, como afundou, os tripulantes, dois vídeos contando a história, um vídeo de 2005 de uma visita aos destroços no fundo do oceano, o primeiro filme sobre o fato e onde aconteceram homenagens e matérias sobre ele na TV e cinema.


COMO TUDO COMEÇOU
A história desta embarcação se inicia com a tentativa feita por J. Bruce Ismay, presidente da White Star Line e J.P.Morgan seu maior acionista, em concorrer na rota do Atlântico com a Cunard Line, proprietária das embarcações MAURETANIA e LUSITANIA. Em 1907 ambos decidiram construir 2, posteriormente 3, embarcações de grande porte e luxo para operar a rota Grã-Bretanha – Estados Unidos.
Seriam elas a OLYMPIC, a TITANIC e posteriormente a BRITANNIC.
Dados estruturais:
  • Estaleiro: Harland & Wolff de Belfast.
  • Dimensões: 882 pés e 9 polegadas X 94 pés X 100 pés
  • Tonelagem bruta: 46.328 toneladas
  • Deslocamento: 52.250 toneladas.
  • Propulsão: 29 caldeiras com 159 fornalhas, proporcionavam uma potência total de 46.000 hp e 3 hélices permitiam uma velocidade de até 24 nós.
  • Capacidade: 3.547 pessoas (passageiros + tripulação).
A Titanic tem sua construção (sob número de quilha 401 da Harland & Wolff) iniciada a 31 de março de 1909 e é lançado ao mar a 31 de maio de 1911 se tornando o maior objeto móvel construído pelo homem.
Em julho de 1911 é marcada a data da viagem inaugural da Titanic : 20 de março de 1912 .
Devido ao fato de que a Olympic bate com o cruzador da marinha britânica Hawke, recebendo fortes avarias que obrigam o estaleiro a fornecer homens e materiais para atender aos reparos da Olympic, a primeira viagem da Titanic foi remarcada para o dia 10 de abril de 1912.
A 3 de fevereiro de 1912, a Titanic dá entrada na Thompson Graving Dock, concluem-se os acabamentos e iniciam-se os testes de mar onde são realizadas manobras para teste da embarcação e de seus equipamentos.
No dia 2 de abril parte, sob o comando do Capitão Bartlett, para Southampton (a 570 milhas), o porto base para as viagens que começaria a realizar. Onde chegou na madrugada do dia 4 e inicia o carregamento de carga e suprimentos, além de receber à bordo a maior parte da tripulação.
A embarcação fica pronta para zarpar em sua viagem inaugural no dia 9 de abril.
No dia 10 de abril, às 07:30 hs seu novo comandante, Capitão Edward J. Smith, ex comandante da Olympic. Das 09:30 às 11:00 hs. é realizado o embarque dos passageiros das 2a. e 3a. classes. Os passageiros da 1a. classe embarcam às 11:30 hs.
Nesta tarde, a Titanic parte sendo levada por rebocadores.
Um incidente ocorre quando a Titanic já navegando por seus próprios meios passa próximo da embarcação New York. O deslocamento de água que seu movimento faz com que as amarras da outra embarcação se quebrem e a popa da mesma vá em sua direção. Graças a uma rápida intervenção da tripulação da New York a colisão é evitada por apenas 2 metros.
Tudo correu normalmente até a triste madrugada entre os dias 14 e 15 de abril, quando a Titanic naufraga após colidir com um iceberg a cerca de 400 milhas de St. John (Cape Race, New Foundland) e distante aproximadamente 900 milhas do porto de New York.
Fonte do texto: Naufrágios
CONHECENDO MAIS DETALHES
Totem da ousadia humana, orgulho da engenharia náutica, colosso de 269 metros de comprimento e 46 mil toneladas, obra-prima de 7,5 milhões de dólares, o RMS Titanic, tido e havido como inexpugnável pelos mais insuspeitos especialistas, soçobrou em sua viagem inaugural. Ao colidir com um iceberg, nas últimas horas do dia 14 de abril, o navio afundou e levou consigo a vida de mais de 1.500 pessoas nas águas gélidas do Atlântico norte. Ao choque e à incredulidade pela notícia, soma-se agora, no rescaldo da acachapante tragédia, a ânsia pelas respostas às perguntas que não querem calar. Como um gigante do porte do Titanic pode ter simplesmente afundado pelo choque com um iceberg? Porque o maior e mais moderno navio de nosso tempo não oferecia plenas condições de segurança a todos os seus passageiros?
Autoridades dos Estados Unidos e da Inglaterra já se mobilizam para investigar as causas do sinistro e atribuir possíveis responsabilidades.Com poucos dias decorridos do acidente, porém, as informações ainda são desencontradas, nebulosas e não confirmadas. O que se sabe pelos relatos dos cerca de 700 sobreviventes, resgatados pelo RMS Carpathia horas após o infortúnio, é que o Titanic, que em 10 de abril deixara Southampton, na Inglaterra, rumo a Nova York, colidiu a estibordo com um iceberg na região dos bancos gelados de Newfoundland por volta das 23h40 do dia 14. No contato com a proa, a massa flutuante de gelo abriu um rombo no casco do navio, e a água passou a jorrar para dentro dos compartimentos à prova d’água. Cinco deles teriam sido danificados e inundados, de acordo com o que tripulantes sobreviventes ouviram de Thomas Andrews, projetista e construtor da Harland & Wolff (empresa responsável pela fabricação do Titanic), que inspecionou o estrago momentos depois do abalroamento e não sobreviveu ao naufrágio.
Aqui começam as interrogações. Os especialistas não compreendem o motivo pelo qual o Titanic não alterou sua rota, já que recebeu diversas mensagens pelo telégrafo alertando sobre a presença de icebergs flutuantes (notadamente na região 42º Norte e entre a 49º e 51º Oeste) na véspera da colisão. Mesmo sabendo do caminho potencialmente acidentado na rota do majestoso transatlântico, o capitão optou por manter a rota e a velocidade, confiando na calmaria do oceano – “o mar estava como grama”, declarou o segundo oficial, tenente Charles Lightoller – e na observação de sua equipe na torre (que, entretanto, estava sem binóculos). Assim, quando, às 23h40 os vigias Frederick Fleet e Reginald Lee avistaram um grande bloco de gelo imediatamente à frente do navio, havia pouco a ser feito. “Iceberg logo à frente!”, anunciaram, em vão. O primeiro oficial, tenente William Murdoch, ainda tentou uma manobra para desviar o navio pela esquerda, mas não houve tempo: menos de um minuto depois, veio a colisão.
MULHERES E CRIANÇAS PRIMEIRO
Quando o veteraníssimo capitão britânico Edward Smith, de volta à cabine, percebeu que sua embarcação havia sido comprometida, imediatamente ordenou o envio de sinais de socorro – tanto via foguetes sinalizadores quanto mensagens de S.O.S., pelos operadores do sem-fio – e a imediata evacuação do Titanic. Mas os 20 botes salva-vidas presentes no navio acomodavam apenas um número máximo de 1.178 passageiros – número que estava dentro da regulamentação inglesa para navios de mais de 10.000 toneladas, mas insuficiente para acomodar as 2.223 pessoas que estavam a bordo do transatlântico. Os oficiais Murdoch e Lightoller comandaram então a distribuição dos passageiros nos botes, tendo como diretriz a regra internacional de embarcar prioritariamente mulheres e crianças. Por volta de 0h45 de 15 de abril, o primeiro bote foi ao mar. Dos 65 lugares disponíveis, ele levava apenas 28 passageiros. Naquele momento, muitos ainda não acreditavam que o transatlântico novo em folha estivesse realmente em perigo.
Apenas quando a água gelada começou a invadir as cabines e os salões de jogos é que a irreversibilidade da situação ficou patente. Engenheiros calculam que, uma hora após o choque, mais de 25.000 toneladas de água tenham inundado o navio. Por volta da 1h30, a proa estava totalmente submersa. Pouco mais de 45 minutos depois, quando todos os botes salva-vidas já estavam ao mar, a popa inclinou-se num ângulo de 45 graus, e o peso titânico da estrutura fez a embarcação rachar-se entre a terceira e quarta chaminés. Às 2h20, o Titanic, pérola da White Star Line, foi completamente engolido pelo oceano Atlântico. Era o fim do mais rico e moderno transatlântico já concebido pelo homem – e apenas o início do martírio de seus outrora orgulhosos passageiros.
Iceberg: o Gelo tinha manchas de tinta
Dezenas de pessoas ainda estavam no convés, e muitas lançaram-se desesperadamente rumo às águas geladas, buscando agarrar-se a algum destroço do navio ou ser resgatado por um dos botes salva-vidas. Poucos barcos, porém, retornaram para as proximidades do local onde o Titanic desaparecera. Seus ocupantes temiam que a força de sucção da água revolta pelo naufrágio, ou mesmo o desespero das pessoas tentando subir nos botes, causassem nova tragédia. Assim, enquanto os pequenos barcos vagavam na escuridão à espera de resgate, com cerca de 700 almas trêmulas de frio, algo em torno de 1.510 pessoas teriam seu destino selado ali mesmo, no local do naufrágio, a maioria absoluta morrendo em decorrência de hipotermia causada pela temperatura da água, 2ºC negativos. No total, 80% dos homens e 25% das mulheres feneceram. Aparece então outra indagação: por que os botes salva-vidas não foram lançados com suas capacidades máximas? Tivesse sido esse o desfecho, pelo menos mais 500 pessoas estariam salvas.
UM RESGATE HERÓICO
Ainda assim, a tragédia poderia ter sido ainda maior caso o Carpathia, transatlântico pertencente à Cunard Line que viajava de Nova York para Gibraltar, não tivesse captado os pedidos de socorro do Titanic e imediatamente alterado sua rota em direção à última posição conhecida da embarcação estreante no Atlântico. Entrou em cena, então, o capitão Arthur Rostron. Com destreza e presença de espírito que talvez tenham faltado aos superiores no navio da White Star Line, o timoneiro britânico, antes mesmo de localizar o Titanic, confiou à sua tripulação uma lista de 23 tarefas a fim de preparar o Carpathia para um eventual procedimento de resgate dos possíveis sobreviventes do naufrágio.
Familia a Bordo: o pai morreu mas a filha e a mae sobriviveram
Rostron e seu navio estavam a 50 milhas náuticas (aproximadamente 93 quilômetros) da última posição conhecida do Titanic. A fim de percorrer essa distância no menor tempo possível, o capitão ordenou um corte na calefação no Carpathia para que todo o vapor fosse utilizado nos motores do navio, aumentando assim a velocidade da nave – que chegou a incríveis 17,5 nós, três vezes e meia a mais do que sua toada regular. Além disso, Rostron determinou que um suprimento de cobertores, roupas, comida e medicamentos fosse reunido e ficasse à disposição dos sobreviventes, assim como todo o corpo médico e demais integrantes do Carpathia.
O capitão ainda destacou marinheiros para obter a identificação dos sobreviventes para enviar pelo telégrafo e comandou a desocupação de todas as cabines dos oficiais, incluindo a própria, para acomodar as vítimas, dispondo também das bibliotecas, salão de fumantes e restaurantes para o mesmo fim. Navegando habilmente por entre blocos de gelo a toda velocidade, o Carpathia chegou ao local telegrafado pelo Titanic por volta das 4 horas. E nas quatro horas seguintes, o transatlântico recuperou catorze botes salva-vidas. Já com o dia claro, sem esperança de encontrar novos sobreviventes, o capitão Rostron decidiu voltar com o Carpathia para Nova York a fim de desembarcar os sobreviventes do Titanic, que chegaram finalmente à cidade na noite de 18 de abril.
MERGULHO NAS CAUSAS
No dia 16, quando ainda não se sabia ao certo a extensão da tragédia no oceano, o político americano Willian Alden Smith, senador republicano do estado de Michigan, consultou um dos assessores do presidente William Taft para saber se o comandante-em-chefe pretendia tomar alguma providência em relação ao ocorrido. Como a resposta fosse negativa, Smith, na manhã seguinte, levou ao Senado uma proposta para que o Comitê de Comércio da Casa investigasse o desastre, obtendo autoridade para distribuir intimações a todas as testemunhas que pudessem fornecer alguma informação relevantes ao caso. O projeto foi aprovado sem oposição, e Smith ganhou a nomeação para a presidência de um subcomitê formado por sete senadores para esquadrinhar a tragédia.
Estupefação em todo o planeta: jornais americanos noticiam a tragédia no Atlântico
Já na manhã do dia 18, a Marinha americana contatou o senador Smith para informá-lo de que o sistema de inteligência do departamento havia interceptado algumas mensagens de J. Bryce Ismay, diretor da White Star Line, indicando que o executivo – que estava entre os sobreviventes do Titanic no Carpathia – pretendia retornar à Inglaterra sem pisar em solo americano. Ismay também determinara que toda a tripulação do Titanic não desembarcasse em Nova York. Alarmado, o senador Smith logo pediu uma audiência de emergência com o presidente Taft para questioná-lo sobre a legalidade de se intimar cidadãos britânicos. Desde que estivessem nos Estados Unidos não haveria problema, afirmou Taft, depois de consultar o secretário de Justiça George Wickersham.
Ao lado do senador democrata Francis Newlands, de Nevada, Smith embarcou então de imediato para Nova York. No Píer 54, distribuiu intimações a diversos tripulantes do Titanic e a J. Bruce Ismay. As audiências começaram no dia seguinte, no Hotel Waldorf-Astoria, e prosseguiam até o fechamento desta edição. Até agora, mais de 60 pessoas foram ouvidas, incluindo Ismay. O aguardado relatório final da investigação deverá ser apresentado nos últimoss dias de maio perante o Senado. Na Grã-Bretanha, o governo também decidiu agir. Charles Bigham, o lorde Mersey of Toxteth, foi nomeado pelo lorde Chancellor Robert para chefiar a comissão britânica de apuração do acidente, que contará com a ajuda de cinco especialistas no campo marítimo-naval. As audiências estão marcadas para começar no próximo dia 2 de maio, no Royal Scottish Drill Hall, em Buckingham Gate, Westminster. Cabe então aos nobres políticos a difícil tarefa de resgatar a verdade mergulhada nas profundezas do Atlântico.

VÍDEO: TITANIC, A LENDA (DISCOVERY CHANNEL)

VÍDEO: SEGUNDOS FATAIS – TITANIC (NATIONAL GEOGRAPHIC)

VÍDEO: OS ÚLTIMOS MISTÉRIOS DO TITANIC COM JAMES CAMERON (DISCOVERY CHANNEL)

FILME: TITANIC (1953) – COMPLETO E DUBLADO


NA IRLANDA: NOVO MUSEU DO “TITANIC”
Um gigantesco museu consagrado ao Titanic abriu suas portas em Belfast neste sábado, a poucos dias do centenário do naufrágio deste navio, construído na província britânica da Irlanda do Norte.
Os estaleiros de Belfast trabalharam durante três anos na construção do barco, o maior do mundo na época, e dez meses em seu design interior.
Várias personalidades políticas da Irlanda do Norte, assim como uma testemunha do lançamento do navio em 1911, estavam presentes na abertura do centro.
“Meu pai e minha mãe me levaram ao estaleiro naval de Workman and Clark para ver seu lançamento”, contou Cyril Quigley, que hoje tem 105 anos.
“Vi essa coisa enorme deslizar em direção à água. Tinha apenas quatro anos e meio”, acrescentou esta contadora aposentada.
O Titanic naufragou em sua viagem inaugural de Southhampton (Grã-Bretanha) a Nova York, depois de ter se chocado com um iceberg na madrugada de 15 de abril de 1912. O naufrágio deixou mais de 1.500 mortos dos 2.200 passageiros.
O novo museu dedicado ao navio não tem objetos de época. Tudo é novo, recriado como os originais, do mobiliário às louças, e os efeitos especiais e experiências em terceira dimensão levam o visitante à lenda.
ESPECIAIS NA TV E CINEMA
  • 06 de abril: relançamento do filme de James Cameron em 3D, nos cinemas;
  • 08 de abril às 20h30: Titanic – 100 anos no Canal NatGeo
  • 13 de abril às 22h: A Construção do Titanic no History Channel
  • 15 de abril às 22h: Titanic – Mistério Resolvido #1 no History Channel
  • 15 de abril às 22h45: Titanic – Mistério Resolvido #2 no History Channel
  • Nos canais de TV aberta passarão especiais e o filme

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Igor Pinatti

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